"A minha escrita permeia sentidos românticos,
restaura a solitude e acolhe a beleza da vida
para ser-te Poesia."

Marli Franco


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Carta de Amor - Uma Folha de Porcelana


 

Carta de Amor -

Uma Folha de Porcelana

 

Eu pensei que teria muitos quilômetros de amor...

As estradas foram curtas entre nós o céu decidiu, talvez o nosso amor seja celebrado na eternidade.

As flores florescem sempre, o vento pausa meu sentido da realidade, as horas passam e quando voltam nascem com outros ventos em movimentos. Hoje sigo   como as águas do rio olhando os dias e as noites nascerem e renascerem nas impressões da minha escrita.

Pensei que nossa estória seria repleta de anos... Eu imaginei que a lua contaria muitas estórias do nosso amor... Sonhei que chegaríamos comemorar as bodas de prata, de ouro e até diamante, sonhei... Um rumo tão curto na nossa estória, quebrou- se tudo como uma folha de porcelana, suspensa em um perfume de mirra. Eu mantenho vivo nossos olhares nas nuvens do céu, a nossa estória encontra a paz na inocência dos sentimentos vividos na terna primavera.

O meu mundo girou entre as alamedas de azaléas do passado e do presente, a dualidade deste relógio só permitiu o canto solitário das paragens da vida, a opção refletida e consciente como uma promessa pintada em folhas poéticas debulhando uma a uma formando as pétalas da minha estrada.

O passado se converteu em muitas folhas de poemas, o presente deixou as lágrimas nos rios seguindo o curso normal da vida, o futuro se tornou um espelho amplamente analisado no presente antes de qualquer passo para seguir cada caminho apresentado.

 

No agora já não conto as linhas da poesia elas contam para minha alma a verdade do Amor sem ilusões, mas pleno no canto dos rouxinóis e nos quilômetros das linhas das folhas onde a vida se fez pulsar no papel.

No final concluo nossos sentires ainda pulsam com a aurora despontando ou o crepúsculo chegando mostrando que   na luz somos parte do caminho Maior... O Amor.

 

Marli Franco

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O soneto e a Poesia


 

O soneto e a Poesia

Recanto das letras *10/11/2009

 

Eu sou poesia, ele um soneto...

Eu sou uma vestal, ele um Romeu...

 

Quando nossas mãos se encontram as letras voam

A minha voz no oráculo os encantamentos tentam

Descobrir um fio de luz para um feitiço de alquimia

Enquanto canta como rouxinol eu te ouço como cotovia.

 

Eu sou poesia, ele um soneto...

Eu sou uma vestal, ele um Romeu...

 

Eu pedi permissão na luz do meu templo arrebatado

De joelhos pedi perdão antes de cometer os pecados

Eu me vesti de pérola para dar um poema declamado

Dançar na rima é uma quântica de tons elaborado.

 

Eu sou poesia, ele um soneto...

Eu sou uma vestal, ele um Romeu...

 

Ao teu pedido darei um beijo com sabor de ilusão

Fazer assim tuas mãos serem asas na imaginação

No meu templo as portas e janelas estão sem tranca

Sejas livre para ir e vir, sentir e sempre sorrir feito criança.

 

Eu sou poesia , ele um soneto...

Eu sou uma vestal , ele um Romeu...

 

Nas tuas mãos vou voar não como compensação

Uma ave nos versos voa em Sonhos de Verão

Serei um papel imaculado para teu soneto

Com ditados de juras viras como nobre Capuleto.

 

Eu sou poesia, ele um soneto...

Eu sou uma vestal, ele um Romeu...


Marli Franco

Direitos Autorais Reservados®

 


 




Diálogo do Teu Olhar

 



Diálogo do Teu Olhar

Recanto das letras * 18/12 /09

 

O teu olhar capta sutilezas como nuances da temperatura,

Sabe ser perspicaz nas urzes que encontra em fartura

E quando atravessa as montanhas nota presságios,

Que nas Terras Altas os matizes são distintos adágios.

 

O teu olhar possui o brilho que vem das luzes de Horácio,

Tens nas linhas um toque da cor do mar Egeu tão mágico...

Ultrapassa quando voa a cordilheira das eras dos divinais

E chega com galhardia na terra dos deuses ancestrais.

 

Não desvenda as nuances que traz em teu alforje reluzindo,

Na esfera da magia ainda vejo tons de mistério ungindo.

Qual a cor da noite silente que coloca nas tintas frementes?

 

O diálogo nas montanhas possui a cadência de amigo feliz.

Ando descalça nas encostas surgindo como suave aprendiz.

Nos abismos do tempo tingi segredos de tintas viventes...

 

Marli Franco

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Mosaico

Imagem Pinterest
 

Mosaico

Usina de Letras * 10/09/2002

 

Queria que o teu mosaico da fantasia
Mergulhasse além da superfície do meu corpo
Libertasse as comportas do irracional desejo
Suspirando nos mistérios a minha essência.

Queria que nos retalhos coloridos do teu olhar
Que salientam os teus pensamentos concretos e reais
Se enredassem como suas mãos acariciando os  cabelos
A união das texturas das ideias e dos conhecimentos.

Queria que nos pedaços da minha figura frágil
Que provocam os teus beijos de prazer enlouquecidos
Se fundissem em êxtase no teu corpo que me amparas
Marcando os delírios do nosso desejo em desalinho.

Queria que em recortes rosados e delicados
O teu romantismo invadisse meu sonho
Erguesse em teus braços fortes as minhas ilusões
Fosse o caçador incansável dos meus encantos.

Queria que na luz das minhas cores distantes
O teu brilho fosse uma estrela guia contínua
Indicando os ladrilhos da minha alegria
Movendo a vida no curso de uma única galeria.

 

Marli Franco

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Folclore * Dia 22 de Agosto dia do Folclore *

 


Um olhar Amoroso

em nosso

 Folclore


Um olhar carinhoso ao nosso Folclore com suas mágicas lendas, histórias e acervo fantástico das nossas raízes culturais.

Um olhar amoroso e respeitoso para nossa ancestralidade cultural, o horizonte mágico do passado que nos enriquece de saberes para melhor viver no presente e retribuir transmitindo este precioso arsenal cultural para as próximas gerações.

 

Parabenizo aqui todos os Historiadores, Escritores e Professores na árdua jornada da divulgação do nosso Folclore.

Gratidão e carinho aos Mestres.

Marli Franco

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                        Folclore

1.

conjunto de costumes, lendas, provérbios, manifestações artísticas em geral, preservado por um povo ou grupo populacional, por meio da tradição oral; populário.

2.

ciência das tradições, dos usos e da arte popular de um país ou região; demologia, demopsicologia, populário.

Definições de Oxford Languages





No dia 22 de agosto 

comemoramos

o Folclore  no Brasil.


Marli Franco

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O Presente


 


O Presente

 Usina de Letras * 28/06/2002

 

O momento passa e não volta
Em muitas vezes o dinheiro falta
Em outras ele não faz diferença
Mas a vida sempre tem compras
E os presentes sempre dão vida.

A hora é quem mede o dia
A volta do ponteiro esquece o segundo
Na vida o que passa nem sempre fica
No coração o que marca é o laço de fita.

O relógio sempre grita pela noite que se finda
E os ponteiros sempre acusam o dia que irradia
Mas a vida sempre acusa as marcas do sustento
Em cada moeda que se perde o sonho desfalece
O momento se esfarela sem retorno .

O cansaço das turbulências sucumbe
Os ombros arcados sem esteio lutam
Em partes tudo anda em sorrisos
Em partes tudo corre em lágrimas

O desalento se veste em otimismo
A esperança é só um impulso revigorado
O dinheiro não passa de papel esticado
Desenhado no negrume das batalhas.

 

Marli Franco

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Haikai - nº 156 *O Rio e a Cerejeira III




 Haikai - nº 156

*O rio e a cerejeira III

 

As flores do rio

Cai no lençol de gelo

Com sol sorrindo.

 

Marli Franco

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Haikai - nº 155- *O Rio e a Cerejeira II


 

Haikai - nº 155

*O rio e a cerejeira II

 

O rio desliza

Sob a florada invernal

Suave é o amanhecer.

 

Marli Franco

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Haikai - nº 154- *O Rio e a Cerejeira I


 

Haikai - nº 154

*O rio e a cerejeira I

 

O rio extasiado

Olha a flor de cerejeira

Cai uma pétala.


Marli Franco

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No Cetim do Teu Nome...

 



No Cetim do Teu Nome...

Usina de Letras *   15/03/2003 –

 

Olho, vejo você ...
Esperando de braços abertos.
No cetim macio do meu corpo que caminha...
Aproximo te abraço, enlaço, te beijo no espaço
Fazendo o som do tecido te envolver nos passos.


Sinto teu corpo quente, o calor abrangente na mente
Dobras do cetim que dançam sob teu olhar aguçado
As tuas mãos puxam mais, juntando meu contorno ao teu.


Escorrega o pano, na pele tão leve quanto teus lábios
Sorrindo te entrego a maciez do tecido em tuas amplas mãos.


Me quer de mansinho, bem devagarinho, a beijar todos os recantos
Carregas cingindo minha cintura, mostra teu desejo que pulsa
Alisa o azul das fibras que te fazem gemer em fantasias
Alucinado me coloca no colo, pedinte de carinho sem querer dividir
O momento é nosso ampliado na madrugada para saciar a lascividade...



A noite lá fora é silenciosa...



As tuas mãos me tocam sem limite rasteiam
O meu corpo que quente te solicita em gemidos suplicando teu desejo
Tens um fogo que me queima, queres tudo, pedes, encena, me suga
Mordes meus lábios marcando tua posse, beija-me com intensidade.


Rasgando o tecido azul turquesa que brilha nos teus negros olhos de estrelas
Tirando meu ar, me lavando em suores a turvar a minha paixão
Querendo todos meus pontos molhados e todos meus sonhos, ilimitados
E depois de toques e caricias sorri me encantando, deslizando, recriando
Perdida me entrego sem mais pensar, em tuas mãos macias a suspirar.


Se sou tua já não me pertenço, me esqueço ,me entrego te absorvo
Se te cativo ,transformo na frente dos teus anseios em sedução
No leito flutuo em teus arroubos, onde revisto-me no cetim que me cobre
De mares intempestivos do prazer até ondas macias da fluidez
Que em exaustão, na imensidão escorrega na mais doce paixão
Onde caminhos voei e agora me entrego nua ao teu delírio
Na fração do teu nome que não esqueço na insensatez do momento.
Quero-te ousar e sem depois analisar os prós e contras
Entrego –me apenas em teus campos, pois teu calor ainda não esqueço
O que restou alinhavo com fios dourados nas dobras do tecido amassado
É o amor que se recria , cravado em cada fibra, tecida nos verdes tempos.


Beijo você daqui, de tão longe, mas tão perto do meu coração
Completa entrego as emoções, que estremecem no cetim azul do céu
No simples balbuciar do teu nome a recordar-te em minha solidão.



A noite lá fora continua silenciosa...

Marli Franco

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Haikai - nº 153- Lírio *

 



Haikai - nº 153-

Lírios *

 

Puros imunes

Os lírios do pântano

Ao ego do lodo.

 

Marli Franco

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O POETA MICHELANGELO




Olhando a Poesia e a Arte em geral encontro os versos nas mãos dos gênios consagrados. Os nosso admiráveis Mestres do conhecimento e da arte na jornada evolutiva da humanidade nos presenteiam com riquezas de valor inestimável.



O POETA MICHELANGELO

 

Festejado como gênio da pintura, escultura e arquitetura, poucos sabem que Michelangelo também fez poesia.

Afinal, como ele reconhecia, “escrever é muito custoso para mim, e não é a minha arte”. Mas ele havia dito algo parecido sobre a pintura, e a Capela Sistina nos mostra que o artista pode ser exigente demais consigo mesmo.

 

É claro que não se pode encontrar em seus sonetos a qualidade de seus mármores, mas ele esculpia com a mesma força e sinceridade as palavras que, igualmente, são expressões de sua  mundo interior atormentado. Conhecem-se cerca de 200 poemas, completos ou não, que Michelangelo escreveu, na maior parte depois dos 60 anos.

Misturando sentimentos amorosos platônicos e reflexões sobre a chegada da morte, Michelangelo lamenta a inutilidade das paixões humanas, sem sentido diante do fim inevitável e prega o ideal da aspiração ao divino.

Num dos sonetos mais famosos, Michelangelo descreve sua genialidade: não existiria ideia ou conceito do verdadeiro artista que não estivessem, potencialmente, contidos num simples bloco de mármore, e a mão do escultor vai tirando da matéria o supérfluo até revelar a forma pura.

 

Este é um dos poemas esculpidos por Michelangelo na pedra do verbo:

“Eu te comprei, embora muito caro,

um pouco não sei de quê, bem perfumado

porque o odor tantas vezes me ensina o caminho.

Onde quer que estejas, ali também estarei, sem dúvida

disso estou certo e convencido.

Se te escondes de mim, te perdoo:

levando-te sempre contigo, onde quer que vás,

hei de encontrar-te, mesmo que esteja cego.”

 

Fonte de pesquisa:

https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/o-poeta-michelangelo/



E assim hoje um dia como outro qualquer,

se modifica totalmente como um sol  dourando

 a motivadora descoberta

dos Poemas do  Mestre da Arte

o POETA MICHELANGELO.




Hoje me entrego as descobertas literárias do   criador excelso da obra : Pietá.

 



Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni, mais conhecido simplesmente como Michelangelo ou Miguel Ângelo, foi um pintor, escultor, poeta, anatomista e arquiteto italiano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente. Wikipédia

 

A mais famosa Pietà é, seguramente, a Pietà do Vaticano, esculpida em mármore por Michelangelo em 1499.

Atualmente esta obra está localizada no interior

da Basílica de São Pedro, em Roma.




"Infinite cose, e non più dette, ci sarebbe da dire di simili scienze, ma come ho detto, vorrebbono troppo tempo e io n'ho poco, perché non solo sono vecchio, ma quasi nel numero de'morti" Michelangelo,



Fogos de Artificio


Fogos de Artificio

 

Quando estou a um passo de ti

Encontro-me com os pés nas nuvens

O céu me acolhe em seus portais

E o sol doura o meu sorriso.

 

Quando estou a um passo de ti

A tua voz me segura com firmeza

As tuas mãos as minhas capturam

O teu abraço cativo meus mistérios.

 

A tua presença envolve-me de paz

Viajamos sem rumo procurando a luz

Sabemos que não despertar do amor

Viveremos na eternidade das estrelas.

 

As nossas almas desaguam no olhar

Emoção   arde como fogos de artificio

Te dou beijo de sonhos   com audácia

A solidão da noite é sal do amor.


Marli Franco

Direitos Autorais Reservados® 



Haikai - nº 152- *Voz do Inverno I

 



Haikai - nº 152-

*Voz do Inverno I

 

O vento passou

Gelado na folha em brado

No inverno acenou.

  

Marli Franco

Direitos Autorais Reservados®



 


Jornada Das Noites Esquecidas


 


Jornada

Das Noites Esquecidas

 

No acaso dos dias quando o sol ainda vaga perambulando no céu escolhendo as nuvens, revejo as minhas escrituras esquecidas ao longo do tempo.

O meu olhar de mãos dadas ao meu coração revê as papeladas, por onde meus pés vagaram no aprendizado incansável das noites esquecidas.

Revejo as escrituras amareladas pelo tempo, o pó marcando as linhas e a caligrafia dançando sob meus olhos brilhando. Um aviso vejo nas linhas com misericórdia, tenho ali a sabedoria necessária para levar na estrada que se descortina.

Impressiona-me a própria jornada as folhas amareladas lembram a cor do outono, ainda que lá fora seja presente e o sol corre solto neste inverno alto, o passado hoje me faz rir das aulas aprendidas tão necessárias no agora.

O dia se solta já encolhendo nas quenturas do sol as horas são rápidas folheando o passado nas escrituras. A noite chega surpreendendo, anotei tal qual anoitece os meus alicerces para reutilizar neste agora e facilitar a jornada.

Adicionei os mesmos salmos da leitura maior, a sabedoria do livro da cabeceira é preciosa o espírito flui na minha alma. Eu descubro novamente como estarei vestida e calçada, bem como o que levar na minha bolsa.

No final da jornada deve valer o aprendizado difícil e a lição novamente revisada.

Coloco as estrelas no casaco a lua ilumina meu livro e volto meu olhar na estrada, serena sigo em frente de mãos dadas com minha alma.

 

Marli Franco

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Leopardo – Usina de Letras


 

Leopardo

– Usina de Letras * 18/09/2003

 

Leopardo me tem como presa
Na mira de um olhar enfeitiçado
Saliva no perfume dos meus seios
Encurralando-me nos teus anseios.



No fetiche jade do meu olhar
Raspa com tuas garras, rasga meu véu.
Desnudando meu ventre em teus lábios
Tomando meu mistério como troféu.



Sedento com teu domínio implacável
Soluço teu nome entre beijos
Quando ardente me ergues do solo
Sugando minha volúpia em festejos.



Com a lua fora do covil
Fazendo sombra no ritmo ardil
Arrebata-me em ardente paixão
Triunfante captura da confissão.



Quando da caça não pode desvencilhar
O astuto caçador descobre-se preso
Ao perfume da pele que o conquistou
E dela já não mais se livrou.

 

Marli Franco

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