"A estesia onde a palavra floresce na vertente livre e lírica."
"A minha escrita permeia sentidos românticos,
restaura a solitude e acolhe a beleza da vida
para ser-te Poesia."
Marli Franco
©Marli Franco. Todos os direitos estão reservados. All rights reserved. DO NOT COPY.
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Teclado de Vidro
Melodia da Noite
Lá fora o a noite passa ...
Eu aqui dentro de mim mesma, com o piano a sentir tão perto o amor.
Não sei se flui de mim ou apenas de você, que chega assim nas notas tocando.
O meu íntimo em sintonia com as estrelas lá de cima...
O que sei é que assim, quando de mansinho você chega neste silencio;
dos acordes, eu me entrego a bailar nos teus sentimentos.
A girar na minha vasta ilusão, brincando com o tempo em passeios de ir e vir .
Sem ponteiros ,sem números só com o som desta melodia.
A música a falar por nós dois, enquanto eu e você nos entregamos em um beijo,
com marca de desejo .
E neste único e etéreo prazer onde à sensibilidade é mister, no caminho
a ouvir a saudade do meu ser.
A paz me presenteia assim, com um roçar da brisa marcando o compasso.
No toque mais grave da nota, que aveludada me eleva tão perto de você.
Para simplesmente balbuciar que ... Amo-te.
.
E lá fora a noite densa continua a ouvir os acordes sem nada saber...
Enquanto aqui dentro de mim toca a melodia...
A nossa sublime melodia ,desta página amarelada no tempo...
Setembro de Amor
Minas de Grafite
Alvas Recordações
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Poema
As minhas mãos...
Tempo de estar...
O teu beijo retira de mim um gemido em sentença máxima...
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Latitude imaginária
Cítara
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Passos
Fragmento nº2 -Sinfonia Noturna
VIII Carta de Amor - O Passeio do Amor
Um ponto final sem caso.
Um ponto final sem caso
Voltei na noite revendo leituras esquecidas...
Relendo detalhes da filosofia Yogue
até a estrutura do arco do
Monstro. Um sentido no estilo de vida...
De um momento para outro vaguei
imaginando...E depois, imaginei os profetas escrevendo...
Não seriam como eu, com este meu micro que tem vida própria, às vezes apaga tudo fecha a tela, briga comigo, se faz de difícil, demora para entender que sou eu a teclar e aceitar o comando da minha mente.
Ele não concorda, faz um barulho horrível, me atrapalha o curso do pensamento. Parece que não entende que quando escrevo quero silencio é como encarar o guarda-roupa na hora de sair, não fica com a boca enorme da porta fechada precisa dar palpites desajeitados com todos aqueles cabides...
Coloco uma música quem sabe ele adormece e me deixa usar o Word, mas o gênio dele é terrível. A tela fecha como uma flecha e só me resta aquela campina toda verde e o céu azul imenso do Windows. Preciso mudar isso assim que ele se distrair, esta imagem já tão batida.
O que estava escrevendo parou
...Perdeu todo sentido, quando vi a nuvem se mexendo na tela. Deslizando,
deslizando até deitar-se sem nenhuma timidez sobre o gramado que assustado
ficou cinza e a tela toda escureceu, pelos arcanjos da escrita será que o
gramado ... Afinal tudo ficou tão vago como um ponto final sem caso.
Vou dormir o micro ganhou desta
vez, amanhã quero ver se a nuvem continua viva.
Espere será que os barulhos são
nuvens brigando para voltar ao céu?
O sono quer cuidar de mim agora,
tudo fica para amanhã, nuvens cada uma ...
Nuvens tão branquinhas...




















