"A estesia onde a palavra floresce na vertente livre e lírica."
"A minha escrita permeia sentidos românticos,
restaura a solitude e acolhe a beleza da vida
para ser-te Poesia."
Marli Franco
©Marli Franco. Todos os direitos estão reservados. All rights reserved. DO NOT COPY.
Marcadores
- "Grandes Mestres" (15)
- Acervo da Usina de Letras (44)
- Acervo da Usina de Letras e do Recanto das Letras (1)
- Cartas (14)
- Coletâneas - (2)
- Conto (21)
- Crônicas (6)
- E-Books (1)
- Entrevista (2)
- Fabela (8)
- Fotos (5)
- Haikai (234)
- Momentos (21)
- Pensamentos/Mensagens (25)
- Poema Musicalizado (2)
- Poemas - Espanhol (26)
- Poesia (192)
- Poesia Surrealista (8)
- Prosa Poética (94)
- Quadras (7)
- Soneto (193)
- Video (4)
Cartas II........Lembrança ao Meio Dia
Que tempo é este que passa meu doce amor, a voar em minha mente pedinte neste abandono que se instala incoerente.
Carta III...Retrato da Saudade
Carta IV ---Ao meu amor ,do centro da minh´alma
Um beijo teu...
I Carta de Amor __ Suaves Lembranças
V Carta de Amor ...Uma Lágrima na Palma da tua Mão
O Cadarço do Sapato
Poema musicalizado "Eu Escrevo"
Eu escrevo...
Eu escrevo com a voz sutil dos
meus sentires
Os meus seios poéticos são
alaúdes de convires
Que silenciam a posse do teu
grito faminto
No reverso do tempo queima o
vigor corinto.
Eu escrevo com o vento nos
cabelos andantes
Olhar vigia as mudanças
silábicas dos mirantes
Quando o teu sabor menta vem
tocar em mudez
O teu beijo cai no meu ventre
de ideias em xadrez.
Não esqueço a saudade
andarilha ouro candeia
Nos teus olhos negros sou
esmeralda na areia
No deserto recrio um oásis em
amor peregrino.
Escrevo as lembranças no
alfabeto místico das runas
A suave inspiração no tempo
voa tão alto nas dunas
Como as flores do deserto
balançam ao sabor do destino.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
Letra / Poema: Eu Escrevo - Marli Franco
Escurece , sem lua...

Eram flores cobrindo o final da tarde de olhares
A calçada se desfazia colares no rolo de cimento
Um tapete cinza tão rasgado com flores e folhas
Nos rasgos o tom ocre escolhas combinado com o dia
Que se perdia no acinzentado das 4 horas das nuvens.
No caminho de sempre os passos sabem andar
Vagar leves, alegres sem preocupações rotineiras
A cada agora nascem novas as flores nas cantoneiras
Um dia ou outro, de uma nostalgia ao vértice da outra.
Ouvi a voz do céu, os acordes aguados da tempestade...
Pensei que era um Poeta rabiscando seus pecados,
Quem sabe talvez um Pintor imaginando o matiz
Do sol que não queria ficar apagado no alto do verão.
A tempestade parece e escurece tudo, sem lua...
Quando ando, ando pela rua,
A rua que tanto ando...
Escutando o som no meu íntimo em azul do infinito.
Inspiro a indagação envergando verdes cataclismos,
Sintonizo ao escutar o piano de Yruma, estou em casa...
Sem querer solto a tensão até meus dedos corarem,
No suspiro do dia, um final de tarde com o nome de silencio.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
Eu Escrevo...
Eu escrevo...
Eu escrevo com a voz sutil dos
meus sentires
Os meus seios poéticos são
alaúdes de convires
Que silenciam a posse do teu
grito faminto
No reverso do tempo queima o
vigor corinto.
Eu escrevo com o vento nos
cabelos andantes
Olhar vigia as mudanças
silábicas dos mirantes
Quando o teu sabor menta vem
tocar em mudez
O teu beijo cai no meu ventre
de ideias em xadrez.
Não esqueço a saudade
andarilha ouro candeia
Nos teus olhos negros sou
esmeralda na areia
No deserto recrio um oásis em
amor peregrino.
Escrevo as lembranças no
alfabeto místico das runas
A suave inspiração no tempo
voa tão alto nas dunas
Como as flores do deserto
balançam ao sabor do destino.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®













































