"A estesia onde a palavra floresce na vertente livre e lírica."
"A minha escrita permeia sentidos românticos,
restaura a solitude e acolhe a beleza da vida
para ser-te Poesia."
Marli Franco
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Poema musicalizado "Eu Escrevo"
Eu escrevo...
Eu escrevo com a voz sutil dos
meus sentires
Os meus seios poéticos são
alaúdes de convires
Que silenciam a posse do teu
grito faminto
No reverso do tempo queima o
vigor corinto.
Eu escrevo com o vento nos
cabelos andantes
Olhar vigia as mudanças
silábicas dos mirantes
Quando o teu sabor menta vem
tocar em mudez
O teu beijo cai no meu ventre
de ideias em xadrez.
Não esqueço a saudade
andarilha ouro candeia
Nos teus olhos negros sou
esmeralda na areia
No deserto recrio um oásis em
amor peregrino.
Escrevo as lembranças no
alfabeto místico das runas
A suave inspiração no tempo
voa tão alto nas dunas
Como as flores do deserto
balançam ao sabor do destino.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
Letra / Poema: Eu Escrevo - Marli Franco
Escurece , sem lua...

Eram flores cobrindo o final da tarde de olhares
A calçada se desfazia colares no rolo de cimento
Um tapete cinza tão rasgado com flores e folhas
Nos rasgos o tom ocre escolhas combinado com o dia
Que se perdia no acinzentado das 4 horas das nuvens.
No caminho de sempre os passos sabem andar
Vagar leves, alegres sem preocupações rotineiras
A cada agora nascem novas as flores nas cantoneiras
Um dia ou outro, de uma nostalgia ao vértice da outra.
Ouvi a voz do céu, os acordes aguados da tempestade...
Pensei que era um Poeta rabiscando seus pecados,
Quem sabe talvez um Pintor imaginando o matiz
Do sol que não queria ficar apagado no alto do verão.
A tempestade parece e escurece tudo, sem lua...
Quando ando, ando pela rua,
A rua que tanto ando...
Escutando o som no meu íntimo em azul do infinito.
Inspiro a indagação envergando verdes cataclismos,
Sintonizo ao escutar o piano de Yruma, estou em casa...
Sem querer solto a tensão até meus dedos corarem,
No suspiro do dia, um final de tarde com o nome de silencio.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
Eu Escrevo...
Eu escrevo...
Eu escrevo com a voz sutil dos
meus sentires
Os meus seios poéticos são
alaúdes de convires
Que silenciam a posse do teu
grito faminto
No reverso do tempo queima o
vigor corinto.
Eu escrevo com o vento nos
cabelos andantes
Olhar vigia as mudanças
silábicas dos mirantes
Quando o teu sabor menta vem
tocar em mudez
O teu beijo cai no meu ventre
de ideias em xadrez.
Não esqueço a saudade
andarilha ouro candeia
Nos teus olhos negros sou
esmeralda na areia
No deserto recrio um oásis em
amor peregrino.
Escrevo as lembranças no
alfabeto místico das runas
A suave inspiração no tempo
voa tão alto nas dunas
Como as flores do deserto
balançam ao sabor do destino.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
O Gato e o Guarda-Chuva
Carnaval - Os Nossos Carnavais
Os Nossos Carnavais
Lembranças dos nossos carnavais
Onde rodávamos nas música contagiante
Onde eu era sua única colombina exultante
Que em teus braços era pura euforia
Onde tudo era sempre amor e magia.
Lembranças das festas em salões
Onde teu prazer era segurar minha cintura
Elevar-me no alto dos teus braços em mesura
Para sorrirmos dos confetes e serpentinas.
Lembranças das nossas fantasias
Que soltas ficavam em teus desejos entrelaçados
Nos grandes salões onde os caminhos desfilados
Levando meu corpo no meio da multidão a solicitar
O teu corpo como escudo na música para dançar.
Lembranças que ainda ouço e sinto
Que ainda giram neste videoteipe infinito
Que roda sem cessar, rasga minha alma vaga
Na saudade intensa da tua anelada presença.
Lembrança do passado...A dança.
As inúmeras sensações...A aliança.
O amor que não extingue em mim,
Dilui sempre nas linhas assim...
Em versos para ti sem fim...
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®
Carnaval - Fantasia na Avenida
Fantasia na Avenida
Que o
samba muitos versos venham enredar
Que a
sapatilha da passista resista a magia
Dance na
avenida assim que a bateria
Anunciar
que a folia vai arrebentar.
Se a fantasia
é de Colombina quero confete
Deixar
o Pierro no asfalto da estrofe intérprete
E
quero serpentina para em Arlequim enroscar
E no título
do Poema sambar até o dia clarear.
Mas se
a poesia for de Porta-Bandeira
Deixa-me
livre com o Mestre-Sala na brincadeira.
Que na
avenida vou reverenciar gingando
A
honra da bateria movimentando a emoção
Tocando
no recuo da imaginação, sambando
A vida
na apoteose de ter a Poesia no coração.
Marli
Franco
Direitos Autorais Reservados®








































