Alma


Alma


Nas águas da alma tão eterna
A vibração evoca  paz que aderna
Enquanto no ralo escoa a sombra
Estende-se um suspiro na alfombra.

Nas águas da alma a paz impera
A solidão benfazeja sorri na aura
Deixa -se levar o tempo temeroso
Relaxa em movimento perigoso.

O cotidiano na alma é tempestade
Chuva ácida reagindo a vivacidade
A impávida lição se rende silenciosa.

Então condiz na alma a sua vontade
Reinando poderosa na eternidade
A existência  que aprimora graciosa.

Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®




Comentários

  1. Marli,

    Em nossa alma, os nobres sentimentos poderão opor-se à nossa razão; então, será ela a bússola para nossa caminhada.

    Abraços.

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    Respostas
    1. Olá Poeta Pedro Luso agradeço a visita e as palavras intensas e filosóficas adentrando o tema com plenitude e sabedoria.Encantou-me teu comentário.Tua presença é sempre bem-vinda gracias.bjs de violetas

      Excluir

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