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domingo, 14 de junho de 2015

Sol na Tardança

 
 
 
 
Sol na Tardança
 
A alma observa os recantos malhados
Passeia como gatos no telhados
Mansa como as estrelas no espaço
As constelações abraça no mormaço.


A alma lembra savóia ao sabor do vento
As nuvens contam estória do evento
Os enigmas do norte são festa no leste
Os rodeios do sul emocionam no oeste.


As janelas da alma quando desejam
 Se fecham como flores silenciam
Observam apenas o sol na tardança.
 
O jardim da alma é a aurora satisfeita
Purifica o dia na plantação ou na colheita
No dia de cultivo armazena a esperança.
 
Marli Franco
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