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sábado, 4 de abril de 2015

Franqueza e Frágua



Franqueza  e  Frágua 
 

Em minha paz leio as águas
Mover a via das franquezas  e fráguas
Um navegar de sentimentos no meio fio
Tímidos  sentires no murmúrio do rio.

Em minha serenidade um tilintar de brisa
Borboletas viajando em sua jornada desliza
Uma sensível, etérea  e única sensação
Clama a magia da luz no coração.
 
  Um piano vai suave  me  capturando
Nos passeios verdejantes me levando
Para a liberdade inconsequente e íntima
Regresso a varanda d'alma que sublima.

Em  retorno as vinhas do meu acervo
Degusto meu ser,  um voo solo preservo
 No momento que renovo,  aprecio a festa
O champanhe na varanda da poética modesta.

Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®


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