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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Carta III...Retrato da Saudade


Carta  III...Retrato da Saudade


Quando o dia vai assim sumindo e a noite vem caindo bem de mansinho fico a lembrar a beleza que é sentir e te amar.

Quando o tempo se mostra querendo me entristecer na calma da noite, olho o teu retrato guardado dentro de mim e vejo... Que no presente ainda carrego tua imagem dentro de mim.

Como as nuvens, que vão saindo de um lado para outro bem devagar num vôo sutil sem ninguém quase notar; assim caminho eu nas ruas da minha alma em passos leves, sabendo o que quero e tendo a certeza que os passos teus me acompanham.

Seja em tempos de sol ou nas jornadas da lua não importa o meu olhar sempre vago nas alamedas que tuas mãos se abrem para lembrar pequenos ou grandes momentos para te querer.

Se o dia solicita o sol para ficar mais belo, meu coração se irradia em uma fresta de quimera pousada em um desejo surreal do teu perfume caindo em meu olfato por puro acaso.

Se a noite pede a lua para desfilar no céu fazendo promessas absurdas da mesma essência enluarada me visto para sonhar em um fragmento estelar sonhando contigo passear...



Mas se verte do céu azulado

O pranto leve de um raio dourado,

Jorra na superfície da minha alma

A poesia em gotas prateadas

Da saudade que nunca se acaba...

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