Outono Inconsequente




Outono Inconsequente


Admito o sentido latente da realidade...

Assim deveria acontecer o imprevisível surgindo do nada...

O presente se vestindo de antigos presságios...

Fazendo parte do caminho o despojamento das esperanças.

O futuro é livre, apenas o vagar dos inesquecíveis desejos.

Como na noite, as estrelas escondem a voz das palavras...





O vento traz a resignação sob a vontade do destino traçado

A luz ainda faz sombras, manobras no meu pensamento

Uma arqueira não cai, observa o brilho dentro de si mesma...

A insolubilidade das ações forja escudos sempre

Na caminhada importa as flechas com a cor da criação.

O olhar do silencio revigora com sílabas da nostalgia...





A realidade absurda, na porta dos sonhos desenha segredos.

A palavra é viva tingindo na minha pele a cor do deserto.

Quando a própria busca alcança a tenda no meu oásis

A tua sílaba é colada nos meus seios uma a uma;

E sempre com a medida das tuas mãos

Enquanto meu ventre reflete primícias para saciar o teu corpo.

As sensações são como as tempestades, quando envolve as dunas.





Nas minhas bordas estão descritas os mistérios da paixão.

Olha as minhas mãos e veja a percepção como me aquece

Quando tuas palavras me abraçam sem pedir... E teus beijos

Explora a minha essência, você me conhece como a noite...

Reconhece na palma do alfabeto do verso o dom do amor.

Escondidos no ventre da poesia em um outono inconseqüente.

Marli Franco

Direitos Autorais Reservados®




Tradução feita pelo Poeta Iben Xavier Lorenzana a quem agradeço com todo carinho por este trabalho que nos aproxima na compreensão dos nossos idiomas.

 

Otoño Inconsecuente.

 Admito el sentido latente de la realidad...

Así debería suceder lo imprevisible surgiendo de la nada...

El presente vistilíndose de antiguos presagios...

Haciendo parte de la ruta de acceso el despojamiento de las esperanzas.

El futuro es libre, sólo el vagar de los inolvidables deseos.

Como en la noche, las estrellas esconden la voz de las palabras...





El viento trae la resignación bajo la ganas del destino trazado

La luz todavía hace sombras, maniobras en mi pensamiento

Una arquera no cae, observa el brillo dentro de sí misma...

La insolubilidad de las acciones forja siempre escudos

En la caminada importa las flechas con el color de la creación.

La mirada del silencio vigoriza con sílabas de la nostalgia...





La realidad absurda, en la puerta de los sueños dibuja secretos.

La palabra es viva tiñendo en mi piel el color del desierto.

Cuando la propia búsqueda alcanza la tienda en mi oasis

Tu sílaba está pegada en mis senos una a una;

Y siempre con la medida de tus manos

Mientras mi vientre refleja primicias para saciar tu cuerpo.

Las sensaciones son como las tempestades, cuando envuelve las dunas.





En mis arcenes están descritos los misterios de la pasión.

Mira mis manos y ve la percepción como me calienta

Cuando tus palabras me abrazan sin pedir... Y tus besos

Explora mi esencia, tú me conoce como la noche...

Reconoce en la palma del alfabeto del verso el don del amor.

Escondidos en el vientre de la poesía en un otoño inconsecuente.






Comentários

Postagens mais Visitadas

Sutil Feitiço

O céu é de algodão doce.

Poema musicalizado "Eu Escrevo"

Tarde Poética

Asas

Perfume de Poesia