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Mostrando postagens de 2011

Sabor de Profecia

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Um beijo de amanhã com sabor de profecia
Une nossos lábios com um feitiço de alquimia
Nas tuas mãos serei o destino da tua ilusão
Fascinada na tua química ,cai no teu coração.
Marli Franco
Direitos Autorais Reservados®

Sonhos de Avelãs

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Sonhos de avelãs
Amo o teu sentir Que cativa minha alma Como as chuvas Que despertam as manhãs Lembra as sementes Dos girassóis respirando o dia Sonhos de avelãs nas mãos Repletas de ousadias.

Amo o teu sentir Que desperta em minha alma Como um buquê de espumas do mar Que me cobrem de branco Girando, envolvendo em maresias Revelando a onda carmim Na sensação de amor em mim.

Ama o meu sentir Chegue às tuas mãos Transmutando em estrelas Que de cada uma desintegre Um beijo de palavra perfeita Calada, colada em teus lábios Falando do meu amor por ti.
Marli Franco Direitos Autorais Reservados®

Tradução feita pelo Poeta Juan Olivas,do Fórun Poesia Pura, a quem agradeço de coração pelo trabalho que une nossos idiomas em Poesia.
Sueños de Avellanas
Amo tu sentir Que cautiva mi alma Como las lluvias Que despiertan las mañanas Despiertan las semillas De los girasoles respirando el día Sueños de avellanas en las manos Repletas de osadías.
Amo tu sentir Que se despierta en mi alma Como un montón de espumas del mar Que me cubren de…

Eu estou a um passo de ti Poesia!

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Eu estou a um passo de ti Poesia!
Em minhas mãos luvas brancas e no pensamento as tintas do universo. Na música quero descobrir como chegar à quietude.  Quero ver como minha calma vai gerar os mecanismos na persistência.  Eu quero ver os meus dedos se alongando e o meu olhar brilhando com a instigante busca, vou ainda sorrir.
Nas letras quero um céu de estrelas para observar apenas o Poeta dormindo, com os versos caindo nas mãos. Vou sorrir quando ele acordar nu, com os lençóis de palavras tentando se enrolar. Vai ser divertido ver o Poeta surpreendido no meio da cama , no raiar do dia com a porta do coração aberta.
Quero um gosto de sol, água da chuva, o mar sorrindo na boca do trovão.  O ar feito purpurina voando na língua do vento com as falas do dragão.
Eu me esforço, me surpreendo, estou continuamente aprendendo, luto e avanço, pois sou verdade em mim mesma.
Sei que o veredito final é sempre do silêncio e a palavra muda é muito esperta, mas continuo a jornada na vinha seleta.
Gosto das min…

Pluma de Água

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Sombra Incolor

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Haikai - Rios sem Águas

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Nua Emoção

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Universo do Amor

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Pequeno Caderno

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Poesia/Comida

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Café versos Sorvete

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O Amor e os Poetas

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Brincar de Bola

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O Jogo
A praça verde e escandalosa em sua exuberante mistura de tons desperta logo de manhã, com os passarinhos e a música de uma bola rolando. Um grupo de meninos liberando o som alegre da batida do gol em uma rede que balança. Os pés correm, a praça se encanta no meio das ruas abafando o barulho dos carros. É a infância que corre solta agitando a bandeira do futuro que se renova. Um grito agoniado para o movimento do local. Surge a camisa toda suja de terra ,que caminha com seu dono em direção do socorro. Levando uma lágrima dependurada no rostinho que soluça. Mas o jogo não para e assim a lágrima fica só com as marcas das mãos enxugadas. A camisa é apenas sacudida ,enquanto os pézinhos correm rápido para tomar novamente o lugar de direito no meio do campo. Afinal ele é o capitão do time. O jogo caminha aos gritos da torcida que espera ansiosa a troca dos times. A bola rola e se assusta em cada grito que busca o gol. O relógio vai marcando o tempo, fim do primeiro jogo. A praça só as…

As Tuas Costas

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O Sol e o Pedinte

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Mãos Líricas

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Puro Delito

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O Espantalho

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O Espantalho


No meio da colheita Desfila seu olhar Ao acaso espreita O dia que passa...

Quando nasce o sol Já esta de prontidão Na espera da vida Faceira na criação.

Quando desce a noite Beija a lua a musa Encantado com o perfume Lume o céu que cruza...
O mês é tranqüilo e faz de alguns dias mais belos que outros. Alguns dias cai do céu gotas de bela chuva de amor pela beleza do universo. De amor o dia espera pela noite, triste nota os atos de destruição do animal racional. O ser humano é imponente naturalmente .O impotente e imponente que sempre lança pedras quebrando o ecossistema perfeito e provando que ele tem muita estrada para percorrer e se tornar um ser criador.
Ah! O Espantalho fica lá mudo de olhar aguçado, pensando em tudo que passa pelos dourados trigais... Desde a pequena borboleta que pousa em seu chapéu para enfeitar suas vestes desajeitadas ,até o urubu buscando a carne apodrecida do inseto ou do homem que invadiu os abismos da destruição do seu habitat.
O Espantalho as…

Enluarada

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Silêncio dos Girassóis

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Avesso Florido

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Vento dos Trigais

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O Olhar e a Sala-- -Capítulo IX - Veredicto Final

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O Olhar e a Sala-- -Capítulo  IX - Veredicto Final
A sala foi surpreendida em uma manhã ensolarada daquelas que o vento chega fazendo festa nas rodas da cortina, algo prometia logo mais, com certeza... Era o Invasor apressando o passo no corredor e entrando na sala agitado com seu laptop escorregando sobre a mesa, sua pasta e seus muitos papéis de catedrático. O peito arfava com algo em seu íntimo que acusava alguma decisão estava acertada.Ajeitou a cadeira, foi até a janela só para se acalmar, pois seu interior explodia...Ela a Íris o tinha levado à loucura com sua ausência proposital, com seus passos leves voltando no corredor; com suas indecisões cada vez mais temerosas, fazendo –o voltar às viagens coberto com o manto que ela usava de dúvidas; fazendo-o perder o gosto pela aventura, já que seu pensamento parecia colado ao seu nome. Mas agora o limite tinha chegado...A decisão estava tomada e não era mais dela era só dele.O tempo havia determinando o desfecho que ele queria, tinha …

O Olhar e a Sala-Capítulo VIII....Caminhos Incertos

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O Olhar e a Sala-Capítulo VIII....Caminhos Incertos
O tempo na sala ficou ausente, tinha parado e tudo parece que estava estagnado sem a presença dos dois personagens principais que fazia a sala pulsar. A vida andava diferente com a presença de ambos, a sala sentia o palpitar em cada olhar e girava removendo ilusões e sonhos que faziam até a arca tão silenciosa participar com o abre e fecha das suas gavetas na marcação de mais uma estória. O invasor havia resolvido voltar das suas viagens, era um andarilho nato e a íris poderia fazer sua vida mudar, ele ainda não queria sentir todo aquele sentimento que tinha vindo pegar seu coração de surpresa. A íris por sua vez queria voltar ao seu tempo, sem nada para perturbar sua vida tão sem movimentos bruscos, queria de volta sua estabilidade onde seus sentimentos caminhavam sob a luz do passado, o presente era fictício e o futuro apenas reprise do presente. O invasor com seu porte e dominante a perturbava em demasia, subjugava sua vontade e i…

Usina - O Nada

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