Setembro nos Beirais

Setembro nos Beirais

Quando a sombra da noite azulada, na colina quebrar
Os pássaros com belas sinfonias sugerindo despertar,
Como violonistas em audição, marcando façanhas...
Surgem os toques de suaves emoções, na luz da manhã...

Quando o dia desperta, com canto afinado dos pardais
Na cama as cobertas se espreguiçam, com sorrisos surreais.
Um raio de preguiça empurra a fina silhueta, que cai da janela...
Se estendendo com bocejos e gracejos, na tênue primavera...

Então o dia já brilha lá fora, com picos de refinado humor
O café da manhã deixa rastro de aroma com doce langor,
As mãos ativam afazeres e os pés acrobacias desiguais...


As janelas ficam arejando deleites do pequenino jardim,
Perfumes de hortelã se misturam com azaléia e jasmim,
Eu fixo meu olhar maravilhado, com setembro nos beirais...

 

Marli Franco
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